11/01/2015

Resenha: O Teorema de Katherine


O Teorema de Katherine foi uma leitura bem surpreendente pra mim. Talvez pelo fato de que pela primeira vez na vida, eu não tenha começado uma leitura  tão cheia das expectativas. Eu não esperava muito, mas depois de primeiro capitulo foi bem fácil me pegar sorrindo sozinha, que nem uma maluca (hahaha)

É um livro definitivamente, engraçado, espontâneo, cativante, surpreendente, inteligente, e que te acrescenta muito (muitas informações de gênios, pessoas importantes que inventaram a TV, por exemplo). O mais legal de tudo nesse livro, e o que mais me cativou, foi que ele trouxe o Colin Singleton (personagem principal) pra minha vida. Tadinho! Passando uma barra, por causa do pé na bunda da KATHERINE XIX , e ainda por cima vivendo a frustração que é ser uma ex-criança prodígio sem ter descoberto nada que fizesse dele uma pessoa importante (um gênio, ou coisas do tipo), que era o que ele mais queria, e ele é fissurado nisso, a la Augustos Watters de A Culpa é das ⭐

Primeiro, ele queria mesmo ser notado; Segundo, queria que a ex, KATHERINE XIX, voltasse a gostar dele. Mas ele nem imagina que o Teorema vai acabar levando ele pra um rumo bem diferente desse.

Voce pode ficar aí pensando que o Colin é um fugging (isso é tipo uma expressão que o Colin e Hassan usam pra substituir o f*ckyou, que é chingamento demais pra um livro, voce entendera quando ler) de um retardado que só sabe ficar se lamentando e tomando fora de namoradas, mas não tire suas conclusões ainda.

A verdade é que isso é tudo uma fugging coincidência. Não é que ele tenha ficado obcecado com primeira namoradinha do jardim de infância, e de repente namorar Katherines se tornou uma regra na vida dele. Voce vai perceber logo que ele nem um cara cheio das atitudes, e que geralmente são as garotas que chegam nele - por algum interesse - na maioria das vezes, por causa de toda essa história de criança-prodígio e de uma série de tv que ele participou. De repente Colin não é mais só aquele nerd zoado pelos babacas da escola, ser prodígio fez dele um tanto interessantes pra algumas garotas, precisamente para as KATHERINES..


Trio perfeito: Colin, Hassan e Linds

Pra mim - a boba-romântica - a história ficou mesmo interessante, quando o Col e o Hassan foram viajar de carro para tentar encontrar uma forma de resolver esse dilema. Eles foram parar numa cidadezinha chamada Gutshot, no estado do Tennessee - Colin e Hassan moravam em Chicago - onde conheceram Lindsey Lee Wells e a mãe dela, a Hollis (dona da fábrica da cidade). Os meninos ganham um emprego na fábrica e ficam hospedados na casa delas (uma mansão gigante e cor-de-rosa). Já deu pra imaginar as trapalhadas que te esperam né? garanto prôce – dando uma de Linds, aqui rá! - risada é o que não vai faltar nesse livro. Sem falar que voce vai amar essas duas (Linds e Hollis), e de quebra, se apaixonar mais ainda, com a amizade colorida que vai surgir na história. Muitos ownt pro Col e pra Linds.

“Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. Não acho que nossos pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perdem. Agora foi a minha ficha que caiu: se eu de alguma forma a tivesse de volta, ela não encheria o buraco que a perda dela deixou" 💚

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