02/02/2016

Clássicos universais que atravessam gerações (Branca de Neve 1937)


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A Branca de Neve e os 7 anões 

Quase 80 anos (idade do meu Vôzinho) é a distancia que separa a época em que foi lançado o primeiro longa de animação da Disney, dos dias atuais. Muito tempo, não? Sim, quantas gerações podemos contar de lá para cá? (três ou quatro) E pensando nisso, resolvi repensar um pouco sobre esse clássico universal. 

Alguns dias atrás, depois de muitíssimo tempo (desde minha infância, mais ou menos 20 anos pra cá) sem assistir ao filme, eu assisti novamente, mas por uma razão especial.. Assisti com uma pequenina bem próxima, muito amiga da nossa família. (Sim, eu fiquei de babá mesmo! u_u) Acontece que eu lembrava muito pouco do filme. Tem sempre a historinha que cresce com a gente, a tal madrasta, a maça, os anões e tudo, mas fora isso, não lembrava sequer os detalhes (a música que Branca canta ao tirar água do poço, ou sequer o rosto do príncipe). E o que me deixou um pouco impressionada foi que parecia que estávamos (eu e a pequena) vendo ao longa pela primeira vez.  

É incrível de ver os olhinhos brilhantes e de como elas (as crianças mais pequenas) ficam praticamente vidrados na tela, como se pudessem ver além dali, ver de dentro da história, sabem? (bem parecido com aquela sensação que voce tem alguma vez na vida ao se deparar com uma leitura de um livro em que o autor tem uma narrativa que é capaz de te levar pra viver dentro da estória, como se voce tivesse ali o tempo todo de convidado, de observador..) 

Medo do que ?

Fora toda essa magia de parecer criança novamente (ás vezes ser viciado em Disney faz isso com a gente), uma coisa que notei que, embora o tempo tenha passado pra mim, em anos, e que, sim, eu tive medo da madrasta e do espelho e das bruxarias e de ver a Branca lá no caixão.. Não vou mentir! Sim, mas não medo medo medo, mas aquele tipo de quando voce vê filmes de terror leve, ou mesmo aqueles que a mocinha, principal da estória está com a vida por um tris e voce lá torcendo pra tudo acabar bem "Deus.. Ele, ela não pode morrer agora.." "Porfavor, quero o final feliz pra eles'' (total coisa de criança ou bem distante da realidade, claro, mas enfim). Daí voce fica lá meio de olhos fechados ou tentando olhar de canto de olho pra só voltar a olhar novamente pra tela, quando enfim dá tudo certo (hahahhahhaha SOU DESSAS, DESCULPEM!)

Nostálgica 

E, mais incrível ainda é perceber que.. O TEMPO PASSA, E NOVAS GERAÇÕES CHEGAM, OS GOSTOS MUDAM.. MAS UM CLÁSSICO VAI PERMANECER SEMPRE SENDO UM CLÁSSICO! E VOCÊ IRÁ SEMPRE SE SURPREENDER AO COMPARTILHAR DA EXPERIENCIA DE REVER A MESMA ESTÓRIA SENDO RELIDA, RECONTADA OU REVISTA E PERCEBER QUE ELA PODE CONTINUAR ENCANTANDO AOS SEUS OLHOS, ASSIM COMO ENCANTOU OS SONHOS DOS SEUS AVÓS NO PASSADO, E CONTINUARÁ A ENCHER DE BRILHINHO OS OLHOS DESSES PEQUENINOS QUE VIRÃO DEPOIS DE VOCÊ, PROVAVELMENTE.


                 (Algumas das melhores versões do conto de fadas para o cinema)
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2 comentários:

  1. MEU FILME DE INFÂNCIA!
    SEI TODAS AS FALAS>>>> é perfeito
    todas as versões eu já fui ver...
    fã!

    Beijos
    www.maricotacaradericota.com

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  2. Você me deixou com uma baita vontade de assistir esse clássico novamente! Também não me lembro mais dos detalhes, nem das músicas, acho que seria uma boa ideia fazer uma maratona de clássicos da disney qualquer dia desses. É sempre bom relembrar coisas que marcaram nossa infância <3 Beijos!
    Colorindo Nuvens

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